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	<title>Arquivo de Egito - AGEACAC</title>
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	<description>Associação Gnóstica de Estudos Antropológicos e Culturais, Arte e Ciência</description>
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	<title>Arquivo de Egito - AGEACAC</title>
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		<title>Os Mistérios do Antigo Egito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ageac_adm]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jul 2024 21:22:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Antigas Civilizações]]></category>
		<category><![CDATA[Mitologia]]></category>
		<category><![CDATA[ciência antiga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O historiador grego Heródoto visitou o Egito no ano 500 a. C. e afirmou: “De todas as nações da Terra os egípcios são os mais felizes, sãos e religiosos”. Construíram uma sociedade onde reinavam a paz e a felicidade, em sua língua não possuíam uma palavra que significasse religião, não viam diferença entre o que [&#8230;]</p>
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<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">O historiador grego Heródoto visitou o Egito no ano 500 a. C. e afirmou: “De todas as nações da Terra os egípcios são os mais felizes, sãos e religiosos”. Construíram uma sociedade onde reinavam a paz e a felicidade, em sua língua não possuíam uma palavra que significasse religião, não viam diferença entre o que era considerado sagrado e o que era do mundo, viam-se como encarregados de compreender que Deus, o Universo e o Homem formam uma manifestação única. Possuíam um vasto e profundo conhecimento espiritual, científico e de tudo o que diz respeito aos fenômenos naturais, cósmicos e de como o homem deveria atuar para viver integrado com todos os seres existentes.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="680" src="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/sphinx-1175828_1280-1024x680.jpg" alt="Mistérios do Antigo Egito" class="wp-image-607" title="os mistérios do antigo egito" srcset="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/sphinx-1175828_1280-1024x680.jpg 1024w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/sphinx-1175828_1280-300x199.jpg 300w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/sphinx-1175828_1280-768x510.jpg 768w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/sphinx-1175828_1280.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O Egito, desde o começo, aparece maduro, sem períodos de ciclos e evoluções. Sua civilização não tem infância, e suas artes nenhum período arcaico, já estava assim na maturidade. Formavam um povo civilizado e numeroso conhecedor de técnicas de corte, transporte e junção de pedras rochosas com as quais construíram as pirâmides; conheceram a fundo os processos químicos da mumificação; aplicavam técnicas de irrigação artificial, por meio de canais com vazão controlada; já utilizavam o vidro, desenvolveram técnicas de polimento com areia e modernas formas de encaixe, tanto da madeira quanto da pedra; caprichosos joalheiros com uma técnica de solda e montagem de joias que é a mesma dos tempos atuais; criaram a cerveja aperfeiçoando o processo de fermentação e a variedade de aromas e sabores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enfim, as descobertas, inventos e construções atribuídas aos egípcios daria uma extensa lista se aqui a citássemos todas. Sendo assim nos perguntamos como conseguiram tal desenvolvimento, qual sua origem uma vez que não passou por processos evolutivos?</p>



<h4 class="wp-block-heading">Seus Templos e Edificações</h4>



<figure class="wp-block-image alignright size-large is-resized"><img decoding="async" width="682" height="1024" src="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/temple-4687909_1280-682x1024.jpg" alt="Templo de Ed Fu" class="wp-image-608" style="width:341px;height:512px" srcset="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/temple-4687909_1280-682x1024.jpg 682w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/temple-4687909_1280-200x300.jpg 200w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/temple-4687909_1280-768x1152.jpg 768w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/temple-4687909_1280.jpg 853w" sizes="(max-width: 682px) 100vw, 682px" /><figcaption class="wp-element-caption">Templo de Ed Fu</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Haviam templos construídos por todo seu território, cada um deles possuía um deus específico e transmitia um conhecimento sobre determinado assunto, convertendo-se cada um em uma biblioteca viva de pedra. Cada templo continha três níveis de informação, era uma maneira de revelar simultaneamente a homens em diferentes níveis ou estados evolutivos. O primeiro nível transmitia ensinamentos básicos dirigidos ao povo, cada templo contava uma história simples, repleta de símbolos e personagens fantásticos, um drama sagrado facilmente compreensível, as ideias eram expressas como mitos ou em forma de história. O mito, uma história fantástica, foi utilizado como método para revelar ao homem um mundo que ele só entende<br>imperfeitamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Criavam personagens com características simbólicas ou com formas que trazem à mente sua função ou atividade principal, que participavam de histórias simples e parábolas que contam verdades sobre a natureza humana, sem a aridez e abstração da filosofia ou da metafísica. O povo recebeu a informação sobre cada tema sagrado ao conhecer a história central de cada templo, ao conhecer as fraquezas e forças de cada personagem, as circunstâncias que atravessam e a maneira como resolvem.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="690" src="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-3321124_1280-1024x690.jpg" alt="Templo de Kom Ombo" class="wp-image-611" srcset="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-3321124_1280-1024x690.jpg 1024w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-3321124_1280-300x202.jpg 300w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-3321124_1280-768x517.jpg 768w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-3321124_1280.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Templo de Kom Ombo</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Utilizavam um segundo nível de informação dirigido aos discípulos, aos quais se explicavam diretamente o mesmo tema de uma maneira mais concreta e profunda. Para isso utilizavam as cenas descritivas do mito talhadas nos muros do templo, explicavam cada personagem, o que simbolizavam no universo, o porquê da sua forma, comportamento e função principal. Por último, em um terceiro nível de informação, cada templo guardou um código secreto embebido no próprio símbolo, era conhecido apenas pelos altos sacerdotes e mestres com informações sobre forças e energias fundamentais, como controlá-las e utilizá-las para prestar serviço ao seu povo. </p>



<div class="wp-block-group is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph">Relação dos templos, deuses e alguns aspectos dos conhecimentos que eram transmitidos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>TEMPLO DE OSÍRIS</strong> (em Abydos) – a Reencarnação.</li>



<li><strong>TEMPLO DE KOM OMBO</strong> (em Kom Ombo) – a Dualidade (a força que induz ao erro e a força que induz à compreensão). Era por onde se começava os estudos dos iniciados egípcios.</li>



<li><strong>TEMPLO DE LUXOR</strong> (em Tebas) – sobre o Corpo do Homem.</li>



<li><strong>TEMPLO DE HATHOR</strong> (em Denderah) – a Gestação.</li>



<li><strong>TEMPLO DE ÍSIS</strong> (em Philae) – o Princípio Feminino. (O Gênero)</li>



<li><strong>TEMPLO DE HORUS</strong> (em Ed Fu) – a Iluminação.</li>



<li><strong>TEMPLO DE KARNAK</strong> (em Tebas) – a Consciência.</li>
</ul>
</div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="450" src="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-3332617_1280-1024x450.jpg" alt="Templo de Luxor" class="wp-image-613" srcset="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-3332617_1280-1024x450.jpg 1024w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-3332617_1280-300x132.jpg 300w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-3332617_1280-768x338.jpg 768w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-3332617_1280.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Templo de Luxor &#8211; Tebas</figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Suas Leis e Justiça</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Seu senso de justiça era diferente ao que conhecemos hoje em dia, era focado no indivíduo. O conhecido “Livro dos Mortos” tinha como principal função o comportamento do ser humano: ensinamentos para serem realizados em vida, que prepara o indivíduo para a morte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Representado pela Deusa Maat, deusa da verdade e da justiça, do senso de  realidade, da equidade e do respeito às leis e aos indivíduos, tinha a função de decidir o destino dos egípcios após a morte. Para o morto alcançar o submundo, objetivo de todo egípcio, ele precisava proferir a “Confissão Negativa”, constituída por uma sequência de renúncias feitas em vida, à exemplo: não matei, não roubei, não cometi adultério, não menti, entre outros que totalizavam 42 ‘confissões’. Caso fosse aprovado nessas confissões o morto era considerado “Verdadeiro da Palavra” (Maat Kheru – Expressão bem popular do antigo Egito) e poderia passar a uma nova sala onde seu coração seria pesado em uma balança.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="587" src="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-1744581_1280-1024x587.jpg" alt="Papiro Egípcio Tribunal da Justiça" class="wp-image-615" srcset="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-1744581_1280-1024x587.jpg 1024w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-1744581_1280-300x172.jpg 300w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-1744581_1280-768x440.jpg 768w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-1744581_1280.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A pesagem do coração era feita utilizando como contrapeso a pena de Maat. O coração deveria pesar menos que a pena, para que o mesmo pudesse ter a vida eterna, caso o coração fosse mais pesado que a pena de Maat, o morto era devorado por Ammit, uma espécie de devorador de almas, e o morto deixava de existir, o que para os egípcios era algo de um enorme terror. </p>



<figure class="wp-block-table aligncenter is-style-regular"><table class="has-background" style="background-color:#e7f5fe"><thead><tr><th>Nome</th><th>Significado</th><th>Corpo Interno</th></tr></thead><tbody><tr><td>Sahu</td><td>O Espírito Divio</td><td>Átmico</td></tr><tr><td>Eb ou Ab</td><td>O Centro da Consciência reside no coração</td><td>Búdhico</td></tr><tr><td>Akh ou Khu</td><td>Essência da Vida</td><td>Causal</td></tr><tr><td>Ba</td><td>Pássaro com cabeça humana</td><td>Mental</td></tr><tr><td>Ka</td><td>Aquilo que se usa enquanto dorme</td><td>Astral</td></tr><tr><td>Khaibit</td><td>Dá a vitalidade</td><td>Vital</td></tr><tr><td>Khat</td><td>Físico</td><td>Físico</td></tr><tr><td>Sekhmit</td><td>Irradiação de todos os corpos</td><td>Aura</td></tr><tr><td>Ren</td><td>Aprendizado da vida</td><td>Personalidade</td></tr></tbody></table><figcaption class="wp-element-caption">Estrutura Interna do Homem no conceito egípcio</figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading">A <a href="https://ageacac.org.br/2022/02/10/o-enigma-das-mitologias/">Mitologia </a>de Osíris</h4>



<figure class="wp-block-image alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="678" height="1024" src="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-3302312_1280-678x1024.jpg" alt="" class="wp-image-617" style="width:339px;height:512px" srcset="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-3302312_1280-678x1024.jpg 678w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-3302312_1280-199x300.jpg 199w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-3302312_1280-768x1159.jpg 768w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-3302312_1280.jpg 848w" sizes="auto, (max-width: 678px) 100vw, 678px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A mais conhecida das mitologias egípcias era a de Osíris, onde este e sua esposa, Ísis, governavam o Egito, deram forma às suas leis, foram o instrumento da civilização ensinando o respeito e a busca de Deus. Em determinado período, Osíris prosseguiu sua busca em outras regiões e outros conhecimentos, deixando o reino (símbolo da mente) nas mãos de Ísis. Seth (a força animal obscura), seu irmão, queria apoderar-se do reino (da mente do homem) e de Ísis, por quem estava apaixonado. Quando Osíris regressou, Seth, em conspiração com 72 nobres, o convidou a um banquete ao qual levou um belo sarcófago talhado em madeira do tamanho exato de Osíris, declarou que o daria de presente a quem se ajustasse nele perfeitamente. Um a um eles experimentaram e quando Osíris se deitou em seu interior os conspiradores fecharam a tampa e selaram-na com chumbo, depois atiraram o sarcófago no Nilo. Seth, que representava a parte animal e passional de todo ser tomou posse da mente, limitando-a a sensações e desejos do corpo. Segundo o mito, o sarcófago onde estava Osíris chegou à costa do Líbano, onde ficou preso a galhos de uma tamarga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de muito viajar a procura de Osíris, Ísis conseguiu resgatar o sarcófago e o trouxe de volta ao Egito, quando Seth descobriu, tomou o corpo de Osíris e o cortou em quatorze pedaços e os espalhou por todo o país. Entretanto, Ísis percorreu o Egito e encontrou, uma a uma, treze das partes, todas menos o falo de Osíris, que segundo a lenda foi devorado pelos peixes do rio (um simbolismo do abandono da sexualidade e da animalidade originais).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ísis, ajudada por Toth, conseguiu unir os pedaços do corpo de Osíris e teve uma comunhão espiritual com seu marido, ela impregnada de sua essência ficou grávida e gerou Hórus (representa a iluminação interior, o despertar da consciência).</p>



<h4 class="wp-block-heading">Seu Objetivo, suas crenças</h4>



<figure class="wp-block-image alignright size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="434" height="640" src="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/hieroglyphics-67471_640.jpg" alt="" class="wp-image-618" style="width:326px;height:480px" srcset="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/hieroglyphics-67471_640.jpg 434w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/hieroglyphics-67471_640-203x300.jpg 203w" sizes="auto, (max-width: 434px) 100vw, 434px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O Egito é um país de um só Deus, Aquele que está em todos os lugares, e sempre foi assim, o compreendiam como a unidade inicial, absoluto, de onde toda a criação emanou e para onde tudo retornará e o chamaram de Atum-Ra. Nunca foi representado com uma forma física e nos hieróglifos era desenhado como um disco dourado, um sol simbólico, fonte da luz. Atum-Rá é o Deus Absoluto que existia antes da manifestação do universo, Ele é a Unidade, a matéria-prima, o caos que contém tudo em potência, o nada, o grande princípio, a própria essência de todas as coisas, o espírito divino, eterno, imutável, que sabe tudo e está em todas as partes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A civilização egípcia teve como princípio primordial a busca pelo sagrado e divino, a busca de Deus, o desenvolvimento espiritual e material do homem em todos os níveis e dimensões. Tornou-se um poderoso império, durante séculos foi o centro do poder político e econômico dos países existentes naquela época, porém tudo tem apogeu e declínio, com este povo não foi diferente. Após as diversas invasões por parte de povos de outros países, toda a cultura e domínio egípcio decresceram até que por fim se extinguiu todo o império.  Porém seus ensinamentos ainda permaneceram estampados nas paredes dos templos, na majestade dos  monumentos, à disposição de toda a humanidade. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Podemos afirmar, sem dúvida, que a majestade e onipotência da cultura é tal, que mesmo depois de extinta, consegue de alguma forma chegar às pessoas, permanece incólume nas paredes dos templos, em suas esculturas e monumentos, em majestoso silêncio chamando a toda a humanidade para que busque o real motivo de sua existência e com isso, alcance a perfeição interior.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="684" src="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-4812254_1280-1024x684.jpg" alt="" class="wp-image-619" srcset="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-4812254_1280-1024x684.jpg 1024w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-4812254_1280-300x200.jpg 300w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-4812254_1280-768x513.jpg 768w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-4812254_1280.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<title>O Número Quatro, Símbolo do Poder e do Domínio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ageac_adm]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Aug 2021 02:01:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Kabala]]></category>
		<category><![CDATA[ciência antiga]]></category>
		<category><![CDATA[Egito]]></category>
		<category><![CDATA[Numerologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O valor do símbolo está naquilo que ele expressa. Onde a lógica não alcança, a arte ousa. Um instante é mais que suficiente para atingir onde mil páginas não chegam. Como transmitir o intransmissível? O êxtase da tentativa de fazê-lo é o veredicto do fracasso. O símbolo, sem dúvida, é a roupagem mais adequada para [&#8230;]</p>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignright size-medium"><a href="https://ageacac.org.br/arcano-4-o-imperador/"><img loading="lazy" decoding="async" width="178" height="300" src="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/12/04.O_Imperador_Arcano_Tarot_Egipcio-178x300.jpeg" alt="04.O_Imperador_Arcano_Tarot_Egípcio" class="wp-image-1322" srcset="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/12/04.O_Imperador_Arcano_Tarot_Egipcio-178x300.jpeg 178w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/12/04.O_Imperador_Arcano_Tarot_Egipcio-606x1024.jpeg 606w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/12/04.O_Imperador_Arcano_Tarot_Egipcio.jpeg 712w" sizes="auto, (max-width: 178px) 100vw, 178px" /></a><figcaption>Arcano 4 do taro, O Imperador</figcaption></figure></div>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">O valor do símbolo está naquilo que ele expressa. Onde a lógica não alcança, a arte ousa. Um instante é mais que suficiente para atingir onde mil páginas não chegam. Como transmitir o intransmissível? O êxtase da tentativa de fazê-lo é o veredicto do fracasso. O símbolo, sem dúvida, é a roupagem mais adequada para o intransmissível.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Poder e Domínio</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O poder tem seu fundamento na substância. O poder vem da terra, das bases sólidas, das formas tangíveis. Na sabedoria Pitagórica, as formas surgiam a partir de quatro vértices, quatro pontos. Em três pontos temos uma área. É necessário o quarto ponto para que surja a primeira figura tridimensional na forma de uma pirâmide.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2021/08/esfinge-egipcia.jpg" alt="kabala-numerologia-esfinge" class="wp-image-1663" width="600" height="600" srcset="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2021/08/esfinge-egipcia.jpg 800w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2021/08/esfinge-egipcia-300x300.jpg 300w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2021/08/esfinge-egipcia-150x150.jpg 150w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2021/08/esfinge-egipcia-768x768.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption>Esfinge Egípcia e os 4 Elementos &#8211; Fogo, representado pelo corpo de leão,&nbsp; Água, representada pela cabeça de Homem, Ar representado pelas assas de águia eTerra, representada pelas patas de touro</figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Assombra o entendimento evidenciar o número quatro como símbolo de poder e domínio nas culturas separadas no tempo e espaço. Os quatro elementos da Esfinge egípcia, o Arcano 4 do <a href="https://ageacac.org.br/2020/06/09/tarot-kabala-e-numerologia/">Tarot e da Kabala</a>, a Cruz Cristã e Asteca, a Suástica Tibetana, a grafia do símbolo consagrado a Zeus-Júpter, só podem ser explicados por meio da Antropologia, ou seja, do encontro do homem com as forças geratrizes da natureza em si mesmo.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2021/08/swastica-tibetana.jpg" alt="kabala-numerologia-swastica-tibetana" class="wp-image-1660" width="512" height="341" srcset="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2021/08/swastica-tibetana.jpg 1024w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2021/08/swastica-tibetana-300x200.jpg 300w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2021/08/swastica-tibetana-768x511.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 512px) 100vw, 512px" /><figcaption>Swástica Tibetana</figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Leste, oeste, norte e sul. Fogo, água, terra e ar. O homem, que é escravo de si mesmo, de suas paixões e instintos, a natureza submete-o, levando-o a explosões de ira; tempestades e inundações de luxúria; espantosa gula e inércia; e vendavais e furacões de obsessão, alucinações, medos e temores, destruindo, degenerando a si mesmo e a tudo ao seu redor.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bem sabiam os antigos o que torna um homem débil, o que leva o indivíduo ao fracasso, e a necessidade do domínio da natureza interior.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“Um homem de vontade débil parece uma folha que cai da árvore, para onde o vento sopra ela vai”</em>. O exercício da vontade consciente faz com que o indivíduo deixe de ser uma vítima das circunstâncias para ser o criador de circunstâncias favoráveis a sua vontade. Isto é o que ensinaram os grandes revolucionários com suas vidas. Recordemos que nas Sagradas Escrituras o homem está criado para ser rei da natureza e não escravo de sua natureza.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2021/08/cruz-crista.jpg" alt="kabala-numerologia-cruz" class="wp-image-1661" width="600" height="600" srcset="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2021/08/cruz-crista.jpg 800w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2021/08/cruz-crista-300x300.jpg 300w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2021/08/cruz-crista-150x150.jpg 150w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2021/08/cruz-crista-768x768.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption>Cruz Cristã</figcaption></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignright size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2021/08/zeus-jupiter-1.jpg" alt="kabala-nnumerologia-zeus-jupiter" class="wp-image-1662" width="300" height="451" srcset="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2021/08/zeus-jupiter-1.jpg 600w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2021/08/zeus-jupiter-1-200x300.jpg 200w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption>Zeus &#8211; Júpiter</figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">O imperador tem seu império em si mesmo. Para a Esfinge de Édipo está o enigma do homem. Jamais um iracundo, um glutão, um libidinoso, alguém que não domine sua mente, poderá triunfar perante a natureza e dela obter o reinado. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Aos débeis, a natureza fecha as suas portas. Há que crucificar a vontade egoísta e pessoal, eliminando todos os defeitos de tipo psicológico como ensinou o Cristo. <em>“Todos os inimigos de Alá devem ser mortos”</em>, lê-se no Alcorão. Esses são os mesmos demônios vermelhos de Seth que mataram a Horus, nossa essência interior. O poder é para o imperador que está sentado em seu trono sustentado por quatro pernas.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://ageacac.org.br/2021/08/07/numero-quatro-simbolo-poder/">O Número Quatro, Símbolo do Poder e do Domínio</a> aparece primeiro em <a href="https://ageacac.org.br">AGEACAC</a>.</p>
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