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	<title>Arquivo de Antigas Civilizações - AGEACAC</title>
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	<description>Associação Gnóstica de Estudos Antropológicos e Culturais, Arte e Ciência</description>
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	<title>Arquivo de Antigas Civilizações - AGEACAC</title>
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		<title>Os Mistérios do Antigo Egito</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jul 2024 21:22:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Antigas Civilizações]]></category>
		<category><![CDATA[Mitologia]]></category>
		<category><![CDATA[ciência antiga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O historiador grego Heródoto visitou o Egito no ano 500 a. C. e afirmou: “De todas as nações da Terra os egípcios são os mais felizes, sãos e religiosos”. Construíram uma sociedade onde reinavam a paz e a felicidade, em sua língua não possuíam uma palavra que significasse religião, não viam diferença entre o que [&#8230;]</p>
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<p class="has-drop-cap">O historiador grego Heródoto visitou o Egito no ano 500 a. C. e afirmou: “De todas as nações da Terra os egípcios são os mais felizes, sãos e religiosos”. Construíram uma sociedade onde reinavam a paz e a felicidade, em sua língua não possuíam uma palavra que significasse religião, não viam diferença entre o que era considerado sagrado e o que era do mundo, viam-se como encarregados de compreender que Deus, o Universo e o Homem formam uma manifestação única. Possuíam um vasto e profundo conhecimento espiritual, científico e de tudo o que diz respeito aos fenômenos naturais, cósmicos e de como o homem deveria atuar para viver integrado com todos os seres existentes.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="680" src="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/sphinx-1175828_1280-1024x680.jpg" alt="Mistérios do Antigo Egito" class="wp-image-607" title="os mistérios do antigo egito" srcset="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/sphinx-1175828_1280-1024x680.jpg 1024w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/sphinx-1175828_1280-300x199.jpg 300w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/sphinx-1175828_1280-768x510.jpg 768w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/sphinx-1175828_1280.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>O Egito, desde o começo, aparece maduro, sem períodos de ciclos e evoluções. Sua civilização não tem infância, e suas artes nenhum período arcaico, já estava assim na maturidade. Formavam um povo civilizado e numeroso conhecedor de técnicas de corte, transporte e junção de pedras rochosas com as quais construíram as pirâmides; conheceram a fundo os processos químicos da mumificação; aplicavam técnicas de irrigação artificial, por meio de canais com vazão controlada; já utilizavam o vidro, desenvolveram técnicas de polimento com areia e modernas formas de encaixe, tanto da madeira quanto da pedra; caprichosos joalheiros com uma técnica de solda e montagem de joias que é a mesma dos tempos atuais; criaram a cerveja aperfeiçoando o processo de fermentação e a variedade de aromas e sabores.</p>



<p>Enfim, as descobertas, inventos e construções atribuídas aos egípcios daria uma extensa lista se aqui a citássemos todas. Sendo assim nos perguntamos como conseguiram tal desenvolvimento, qual sua origem uma vez que não passou por processos evolutivos?</p>



<h4 class="wp-block-heading">Seus Templos e Edificações</h4>



<figure class="wp-block-image alignright size-large is-resized"><img decoding="async" width="682" height="1024" src="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/temple-4687909_1280-682x1024.jpg" alt="Templo de Ed Fu" class="wp-image-608" style="width:341px;height:512px" srcset="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/temple-4687909_1280-682x1024.jpg 682w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/temple-4687909_1280-200x300.jpg 200w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/temple-4687909_1280-768x1152.jpg 768w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/temple-4687909_1280.jpg 853w" sizes="(max-width: 682px) 100vw, 682px" /><figcaption class="wp-element-caption">Templo de Ed Fu</figcaption></figure>



<p>Haviam templos construídos por todo seu território, cada um deles possuía um deus específico e transmitia um conhecimento sobre determinado assunto, convertendo-se cada um em uma biblioteca viva de pedra. Cada templo continha três níveis de informação, era uma maneira de revelar simultaneamente a homens em diferentes níveis ou estados evolutivos. O primeiro nível transmitia ensinamentos básicos dirigidos ao povo, cada templo contava uma história simples, repleta de símbolos e personagens fantásticos, um drama sagrado facilmente compreensível, as ideias eram expressas como mitos ou em forma de história. O mito, uma história fantástica, foi utilizado como método para revelar ao homem um mundo que ele só entende<br>imperfeitamente.</p>



<p>Criavam personagens com características simbólicas ou com formas que trazem à mente sua função ou atividade principal, que participavam de histórias simples e parábolas que contam verdades sobre a natureza humana, sem a aridez e abstração da filosofia ou da metafísica. O povo recebeu a informação sobre cada tema sagrado ao conhecer a história central de cada templo, ao conhecer as fraquezas e forças de cada personagem, as circunstâncias que atravessam e a maneira como resolvem.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="690" src="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-3321124_1280-1024x690.jpg" alt="Templo de Kom Ombo" class="wp-image-611" srcset="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-3321124_1280-1024x690.jpg 1024w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-3321124_1280-300x202.jpg 300w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-3321124_1280-768x517.jpg 768w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-3321124_1280.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Templo de Kom Ombo</figcaption></figure>



<p>Utilizavam um segundo nível de informação dirigido aos discípulos, aos quais se explicavam diretamente o mesmo tema de uma maneira mais concreta e profunda. Para isso utilizavam as cenas descritivas do mito talhadas nos muros do templo, explicavam cada personagem, o que simbolizavam no universo, o porquê da sua forma, comportamento e função principal. Por último, em um terceiro nível de informação, cada templo guardou um código secreto embebido no próprio símbolo, era conhecido apenas pelos altos sacerdotes e mestres com informações sobre forças e energias fundamentais, como controlá-las e utilizá-las para prestar serviço ao seu povo. </p>



<div class="wp-block-group is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<p class="has-black-color has-text-color">Relação dos templos, deuses e alguns aspectos dos conhecimentos que eram transmitidos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>TEMPLO DE OSÍRIS</strong> (em Abydos) – a Reencarnação.</li>



<li><strong>TEMPLO DE KOM OMBO</strong> (em Kom Ombo) – a Dualidade (a força que induz ao erro e a força que induz à compreensão). Era por onde se começava os estudos dos iniciados egípcios.</li>



<li><strong>TEMPLO DE LUXOR</strong> (em Tebas) – sobre o Corpo do Homem.</li>



<li><strong>TEMPLO DE HATHOR</strong> (em Denderah) – a Gestação.</li>



<li><strong>TEMPLO DE ÍSIS</strong> (em Philae) – o Princípio Feminino. (O Gênero)</li>



<li><strong>TEMPLO DE HORUS</strong> (em Ed Fu) – a Iluminação.</li>



<li><strong>TEMPLO DE KARNAK</strong> (em Tebas) – a Consciência.</li>
</ul>
</div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="450" src="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-3332617_1280-1024x450.jpg" alt="Templo de Luxor" class="wp-image-613" srcset="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-3332617_1280-1024x450.jpg 1024w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-3332617_1280-300x132.jpg 300w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-3332617_1280-768x338.jpg 768w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-3332617_1280.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Templo de Luxor &#8211; Tebas</figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Suas Leis e Justiça</h4>



<p>Seu senso de justiça era diferente ao que conhecemos hoje em dia, era focado no indivíduo. O conhecido “Livro dos Mortos” tinha como principal função o comportamento do ser humano: ensinamentos para serem realizados em vida, que prepara o indivíduo para a morte.</p>



<p>Representado pela Deusa Maat, deusa da verdade e da justiça, do senso de  realidade, da equidade e do respeito às leis e aos indivíduos, tinha a função de decidir o destino dos egípcios após a morte. Para o morto alcançar o submundo, objetivo de todo egípcio, ele precisava proferir a “Confissão Negativa”, constituída por uma sequência de renúncias feitas em vida, à exemplo: não matei, não roubei, não cometi adultério, não menti, entre outros que totalizavam 42 ‘confissões’. Caso fosse aprovado nessas confissões o morto era considerado “Verdadeiro da Palavra” (Maat Kheru – Expressão bem popular do antigo Egito) e poderia passar a uma nova sala onde seu coração seria pesado em uma balança.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="587" src="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-1744581_1280-1024x587.jpg" alt="Papiro Egípcio Tribunal da Justiça" class="wp-image-615" srcset="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-1744581_1280-1024x587.jpg 1024w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-1744581_1280-300x172.jpg 300w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-1744581_1280-768x440.jpg 768w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-1744581_1280.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A pesagem do coração era feita utilizando como contrapeso a pena de Maat. O coração deveria pesar menos que a pena, para que o mesmo pudesse ter a vida eterna, caso o coração fosse mais pesado que a pena de Maat, o morto era devorado por Ammit, uma espécie de devorador de almas, e o morto deixava de existir, o que para os egípcios era algo de um enorme terror. </p>



<figure class="wp-block-table aligncenter is-style-regular"><table class="has-background" style="background-color:#e7f5fe"><thead><tr><th>Nome</th><th>Significado</th><th>Corpo Interno</th></tr></thead><tbody><tr><td>Sahu</td><td>O Espírito Divio</td><td>Átmico</td></tr><tr><td>Eb ou Ab</td><td>O Centro da Consciência reside no coração</td><td>Búdhico</td></tr><tr><td>Akh ou Khu</td><td>Essência da Vida</td><td>Causal</td></tr><tr><td>Ba</td><td>Pássaro com cabeça humana</td><td>Mental</td></tr><tr><td>Ka</td><td>Aquilo que se usa enquanto dorme</td><td>Astral</td></tr><tr><td>Khaibit</td><td>Dá a vitalidade</td><td>Vital</td></tr><tr><td>Khat</td><td>Físico</td><td>Físico</td></tr><tr><td>Sekhmit</td><td>Irradiação de todos os corpos</td><td>Aura</td></tr><tr><td>Ren</td><td>Aprendizado da vida</td><td>Personalidade</td></tr></tbody></table><figcaption class="wp-element-caption">Estrutura Interna do Homem no conceito egípcio</figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading">A <a href="https://ageacac.org.br/2022/02/10/o-enigma-das-mitologias/">Mitologia </a>de Osíris</h4>



<figure class="wp-block-image alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="678" height="1024" src="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-3302312_1280-678x1024.jpg" alt="" class="wp-image-617" style="width:339px;height:512px" srcset="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-3302312_1280-678x1024.jpg 678w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-3302312_1280-199x300.jpg 199w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-3302312_1280-768x1159.jpg 768w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-3302312_1280.jpg 848w" sizes="auto, (max-width: 678px) 100vw, 678px" /></figure>



<p>A mais conhecida das mitologias egípcias era a de Osíris, onde este e sua esposa, Ísis, governavam o Egito, deram forma às suas leis, foram o instrumento da civilização ensinando o respeito e a busca de Deus. Em determinado período, Osíris prosseguiu sua busca em outras regiões e outros conhecimentos, deixando o reino (símbolo da mente) nas mãos de Ísis. Seth (a força animal obscura), seu irmão, queria apoderar-se do reino (da mente do homem) e de Ísis, por quem estava apaixonado. Quando Osíris regressou, Seth, em conspiração com 72 nobres, o convidou a um banquete ao qual levou um belo sarcófago talhado em madeira do tamanho exato de Osíris, declarou que o daria de presente a quem se ajustasse nele perfeitamente. Um a um eles experimentaram e quando Osíris se deitou em seu interior os conspiradores fecharam a tampa e selaram-na com chumbo, depois atiraram o sarcófago no Nilo. Seth, que representava a parte animal e passional de todo ser tomou posse da mente, limitando-a a sensações e desejos do corpo. Segundo o mito, o sarcófago onde estava Osíris chegou à costa do Líbano, onde ficou preso a galhos de uma tamarga.</p>



<p>Depois de muito viajar a procura de Osíris, Ísis conseguiu resgatar o sarcófago e o trouxe de volta ao Egito, quando Seth descobriu, tomou o corpo de Osíris e o cortou em quatorze pedaços e os espalhou por todo o país. Entretanto, Ísis percorreu o Egito e encontrou, uma a uma, treze das partes, todas menos o falo de Osíris, que segundo a lenda foi devorado pelos peixes do rio (um simbolismo do abandono da sexualidade e da animalidade originais).</p>



<p>Ísis, ajudada por Toth, conseguiu unir os pedaços do corpo de Osíris e teve uma comunhão espiritual com seu marido, ela impregnada de sua essência ficou grávida e gerou Hórus (representa a iluminação interior, o despertar da consciência).</p>



<h4 class="wp-block-heading">Seu Objetivo, suas crenças</h4>



<figure class="wp-block-image alignright size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="434" height="640" src="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/hieroglyphics-67471_640.jpg" alt="" class="wp-image-618" style="width:326px;height:480px" srcset="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/hieroglyphics-67471_640.jpg 434w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/hieroglyphics-67471_640-203x300.jpg 203w" sizes="auto, (max-width: 434px) 100vw, 434px" /></figure>



<p>O Egito é um país de um só Deus, Aquele que está em todos os lugares, e sempre foi assim, o compreendiam como a unidade inicial, absoluto, de onde toda a criação emanou e para onde tudo retornará e o chamaram de Atum-Ra. Nunca foi representado com uma forma física e nos hieróglifos era desenhado como um disco dourado, um sol simbólico, fonte da luz. Atum-Rá é o Deus Absoluto que existia antes da manifestação do universo, Ele é a Unidade, a matéria-prima, o caos que contém tudo em potência, o nada, o grande princípio, a própria essência de todas as coisas, o espírito divino, eterno, imutável, que sabe tudo e está em todas as partes.</p>



<p>A civilização egípcia teve como princípio primordial a busca pelo sagrado e divino, a busca de Deus, o desenvolvimento espiritual e material do homem em todos os níveis e dimensões. Tornou-se um poderoso império, durante séculos foi o centro do poder político e econômico dos países existentes naquela época, porém tudo tem apogeu e declínio, com este povo não foi diferente. Após as diversas invasões por parte de povos de outros países, toda a cultura e domínio egípcio decresceram até que por fim se extinguiu todo o império.  Porém seus ensinamentos ainda permaneceram estampados nas paredes dos templos, na majestade dos  monumentos, à disposição de toda a humanidade. </p>



<p>Podemos afirmar, sem dúvida, que a majestade e onipotência da cultura é tal, que mesmo depois de extinta, consegue de alguma forma chegar às pessoas, permanece incólume nas paredes dos templos, em suas esculturas e monumentos, em majestoso silêncio chamando a toda a humanidade para que busque o real motivo de sua existência e com isso, alcance a perfeição interior.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="684" src="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-4812254_1280-1024x684.jpg" alt="" class="wp-image-619" srcset="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-4812254_1280-1024x684.jpg 1024w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-4812254_1280-300x200.jpg 300w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-4812254_1280-768x513.jpg 768w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2020/07/egypt-4812254_1280.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<title>As Vestais: Interpretações do Feminino</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Aug 2023 18:39:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Antigas Civilizações]]></category>
		<category><![CDATA[Eterno Feminino]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O objetivo desse breve estudo sobre as vestais é entender a importância da representação feminina nas antigas culturas, especialmente na cultura greco-romana. As mulheres naquele contexto ocupavam um papel determinante na organização do lar, bem como na religião, educação e organização social daqueles povos. Abordaremos especificamente a função das Vestais na antiga Roma, resgatando sua [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image alignright size-medium"><img loading="lazy" decoding="async" width="294" height="300" src="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2023/08/image-294x300.png" alt="" class="wp-image-3373" srcset="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2023/08/image-294x300.png 294w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2023/08/image.png 505w" sizes="auto, (max-width: 294px) 100vw, 294px" /></figure>



<p>O objetivo desse breve estudo sobre as vestais é entender a importância da representação feminina nas antigas culturas, especialmente na cultura greco-romana. As mulheres naquele contexto ocupavam um papel determinante na organização do lar, bem como na religião, educação e organização social daqueles povos.</p>



<p>Abordaremos especificamente a função das Vestais na antiga Roma, resgatando sua importância para que, de alguma forma, possamos nos inspirar nessas antigas culturas promovendo reflexões sobre o papel da mulher atualmente, contudo sem perder de vista a essência da natureza do Feminino.</p>



<p>Todas as <a href="https://ageacac.org.br/category/antigas-civilizacoes/">grandes civilizações</a> preservaram a imagem do feminino, pois a base de uma sociedade está na educação que se destina às mulheres por natureza.</p>



<p>O aspecto feminino aparece sob várias manifestações: a grande Mãe, a Mãe natureza que doa e mantêm a vida: Ram-IO, Deméter, Maia, Hathor, Nut; a mulher como guerreira: Athena; &nbsp;e finalmente, o objetivo de nosso estudo é falar sobre o aspecto da mulher como sacerdotisa: Héstia, Vesta, Ísis, Maria Madalena.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Vestais Sacerdotisas</h2>



<figure class="wp-block-image alignleft is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://damasgnosticas.moria.org.br/wp-content/uploads/2023/06/image-1.png" alt="vestais, damas gnósticas" class="wp-image-1821" style="object-fit:contain;width:341px;height:341px" width="341" height="341"/></figure>



<p>As Vestais da antiga Roma serviam a Deusa Vesta uma deusa que personifica o fogo sagrado, representado pela&nbsp;<em>pira</em>&nbsp;doméstica e também pela cidade. Corresponde a Deusa Héstia dos gregos, embora também fosse associada a Agni dos Hindus.</p>



<p>As mulheres&nbsp;Vestais que serviam a Deusa seguiam uma conduta rígida, deviam permanecer Virgens imaculadas; lembrando que, essa virgindade assume um caráter de castidade, mulheres que sabiam manejar sua energia, e serviam a Deusa orientando os iniciados nos Mistérios do Fogo daquela época.</p>



<p>É evidente que, a simbologia da manutenção do fogo é o ponto central, esse fogo que simboliza a energia sexual, a capacidade criadora que reside no ser humano e que naturalmente a mulher deve guardar e zelar.</p>



<p>Como citado em todas as religiões que tinham sua raiz na revolução da consciência souberam instruir suas sacerdotisas para o manejo do fogo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Simbologia</h2>



<figure class="wp-block-image alignright is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://damasgnosticas.moria.org.br/wp-content/uploads/2023/06/image-2.png" alt="" class="wp-image-1822" style="object-fit:cover;width:447px;height:335px" width="447" height="335"/></figure>



<p>A &nbsp;simbologia é ampla: desde as coisas mais simples como tradições passadas de mãe para a filha. Por exemplo, na Grécia toda casa que se preze tinha uma lareira ao centro esta que era manejada apenas pela mulher, quando a filha saía de casa para formar um novo lar a mãe acendia uma tocha proveniente daquela chama da lareira e entregava a sua filha para que acendesse sua própria lareira. Isso demonstra como as tradições antigas valorizavam e significavam esse culto ao fogo doméstico.</p>



<p>Nesse sentido, as Vestais eram responsáveis por algo basilar que é a própria referência ao lar – lareira, esse fogo doméstico, que justamente se localiza no centro que é de onde emana todas as coisas: o centro luminoso, vertical, transmutador. Os romanos compreendiam a necessidade de ter&nbsp; um centro que emana, uma base fundamental que pudesse conservar esse espírito em torno do qual tudo se constrói. É de suma importância não perder o contato com o centro que nos dá a sustentação.</p>



<p>A mulher é a provedora do amor e da luz, o eixo fundamental de onde todas as outras coisas emanam, o reflexo vivo de emoções e condutas. Aquela que guarda a memória do porquê, a educadora, a que vela o sagrado; o elemento terreno e fixador, o próprio umbigo. A lembrança da nossa vida uterina, da nossa gestação, da nossa origem.</p>



<figure class="wp-block-image alignleft is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://damasgnosticas.moria.org.br/wp-content/uploads/2023/06/image-3.png" alt="" class="wp-image-1823" style="width:336px;height:273px" width="336" height="273"/></figure>



<p>Dentre outros símbolos associados a essa deusa, podemos citar a colheita da primavera,&nbsp; onde os Romanos ofereciam os primeiros grãos e frutos&nbsp;à&nbsp;<em>Vesta</em>; essa oferta deu origem a um festival tradicional conhecido como&nbsp;<em>Vestália</em>. Havia a associação à fertilidade e a capacidade criadora de fecundação que ela simbolizava.</p>



<p>Além disso, o animal associado a deusa era o asno que representa nesse contexto as debilidades, fragilidades humanas e a ignorância. Por isso, nesse festival as Vestais adornavam esses animais com guirlandas de flores, simbolizando as virtudes possíveis no desenvolvimento do homem.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Valor do Eterno Feminino</h2>



<p>Interpretar os símbolos relacionados ao sagrado feminino nos relembra a função natural e divina que a mulher cumpre, dentro de si, dentro do lar e dentro da sociedade. Portanto, conservar o espírito em torno do qual tudo se constrói é preservar as raízes dos ensinamentos milenares, ou seja, preservar a mulher é manter a memória de um povo sempre pulsando, trazendo consciência, luz e entendimento.</p>



<p>Perder o contato com a mulher ou banalizar sua relevância é jogar fora os ensinamentos mais preciosos, é mecanizar as ações perdendo, portanto, sua consciência de ação.</p>



<figure class="wp-block-image alignright"><img decoding="async" src="https://damasgnosticas.moria.org.br/wp-content/uploads/2023/06/image-4.png" alt="" class="wp-image-1824"/></figure>
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		<title>Atlântida Perdida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ageac_adm]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Nov 2022 21:50:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Antigas Civilizações]]></category>
		<category><![CDATA[Atlântida]]></category>
		<category><![CDATA[Mistérios Antigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O continente Atlante é a raiz da humanidade e de todas as civilizações já descobertas e aceitas pelos padrões da História e Arqueologia modernas. Trata-se de terras sólidas que outrora eram banhadas pelo Sol. Hoje subjazem nas trevas das espessas águas do Atlântico, resultado de reações violentas da Natureza. “Vês esse mar que abarca a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O continente Atlante é a raiz da humanidade e de todas as civilizações já descobertas e aceitas pelos padrões da História e Arqueologia modernas.</p>



<p>Trata-se de terras sólidas que outrora eram banhadas pelo Sol. Hoje subjazem nas trevas das espessas águas do Atlântico, resultado de reações violentas da Natureza.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Vês esse mar que abarca a terra de pólo a pólo? (lhe disse a Cristóvão Colombo seu Mestre). Já foi o Jardim das Hespérides. O Teide ainda lança relíquias suas, rebramando tremebundo qual monstro que via no campo da matança&#8230;”.<br>“Aqui lutavam Titãs; ali floresciam cidades populosas… hoje, em mármores de palácios congregam-se as focas e de algas se vestem os prados onde pastavam as ovelhas…”</p>
<cite>Samael Aun Weor</cite></blockquote>



<p>Resquícios de tal civilização foram, são e serão encontrados por todas as latitudes do Planeta. Não só a arqueologia, mas também a botânica, biologia, antropologia e estudos linguísticos demonstram a existência, em passado remoto, de um continente em comum entre as Américas e o Velho Mundo.</p>



<p>Evidências tais como as Pirâmides, visíveis a qualquer ocular, não são tão facilmente descartáveis quando se busca o radical das Civilizações americanas pré-hispânicas e Egípcias. Somam-se às Pirâmides a arte de embalsamar, o calendário de 365 dias e os elementos mitológicos de tais culturas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Devemos dizer, enfaticamente e sem muita prosopopéia, que o legendário Atlas grego é cópia fidedigna do heróico Atlanteotl Maia e Asteca. Suprimida com delicado refinamento intelectivo a desinência “otl” daquele luminoso nome citado acima resulta então a palavra Atlante. Atlante-Otl: sendo esta palavra explica por suas raízes, só nos resta dizer com grande ênfase que isto não é questão de vãs etimologias empíricas, arbitrariamente selecionadas, nem de meras coincidências, como supõem sempre os ignorantes ilustrados.”</p>
<cite>Extratos do livro A Doutrina Secreta de Anahuac</cite></blockquote>



<p>No campo da biologia, os hábitos misteriosos da reprodução das enguias, entre outros, as quais partem da Europa, atravessam todo o Atlântico para desovar no Mar dos Sargaços, como apontados por Ignatius Donnnelly em sua obra “Atlântida, o mundo antediluviano” , bem como tribos de Índios brancos encontradas na Venezuela e os Guaches, de elevada estatura, pele branca e língua indecifrável nas cavernas das Ilhas Canárias só são explicáveis pela existência da Atlântida.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Evidências sobre a existência da Atlântida</h2>



<p>Não obstante, muitos são os que cultivam profundo descrédito acerca da veracidade da narrativa de Platão. Cabe lembrar que o mesmo ocorrera com Homero, primeiro poeta grego, século VIII a.C., quem escrevera os épicos Ilíadas e Odisseia.</p>



<p>Há pouco mais de um século, todos os historiadores e arqueólogos eram concordes em considerar as narrativas homéricas absolutamente lendárias. Segundo eles a guerra nunca ocorrera e Troia nunca existira. Todavia, o alemão Heinrich Schliemann obrigou os historiadores a reformularem seus conceitos, quando apresentou ao mundo os Tesouros de Príamo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“A reabilitação de Homero e a vitória tardia, mas definitiva, daqueles que nele acreditavam podem ser motivo de reflexão para os que põem em dúvida a existência da Atlântida”.</p>
<cite>Príncipe Miguel da Grécia</cite></blockquote>



<p>Em 1968, o Dr. J. Manson Valentine trouxe a tona uma descoberta que deixaria o mundo em silêncio. Trata-se de uma estação arqueológica sem precedentes na ilha de Bimini, Bahamas, cujas enormes estruturas construídas pelo homem revelam a existência de uma civilização avançada em uma antiguidade remota.</p>



<p>Com várias centenas de metros de comprimento, a estrutura sugere um cais submerso, uma espécie de porto construído em períodos muito anteriores aos pré-colombianos. Seus blocos são formados de pedras quadradas com mais de 4,5m de lado que dão forma a duas ramificações perfeitamente retas e perpendiculares.</p>



<p>A descoberta não só trouxe mais uma interrogante insolúvel como colocou por água abaixo todas as teorias atuais relativas ao povoamento das Américas. A geologia da zona indicava que a inundação da plataforma das Bahamas fora causada pela fusão dos glaciares do pólo, provocando a elevação do nível das águas dos oceanos. Este fato levaria a atribuir às ruínas de Bimini do Norte a data provável de 8000 a 7000 a. C. e anularia todas as teorias atuais relativas ao povoamento das América e a origem das suas civilizações.</p>



<p>Mais recentemente, um neto de Heinrich Schliemann, descobridor de Tróia e Miscenas, apresentaria ao mundo uma relíquia, uma herança legada por seu avô àquele que, como ele o fizera em relação a Tróia, estivesse disposto a dedicar a vida na busca da Atlântida. Trata-se de uma curiosa moeda quadrada, feita de uma liga branca desconhecida, com uma inscrição em caracteres fenícios: “Procedente do Templo das Paredes Transparentes.”</p>



<p>Mesma relíquia, com os mesmos caracteres foi encontrada em jarros nas expedições arqueológicas em Tiahuanaco, Bolívia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pergaminhos em Londres e no Tibet</h2>



<p>Schielleman ainda, percorrendo as anotações de seu avô, apresentaria ao mundo uma referência a um grande vaso de bronze que fora descoberto nas escavações de Tróia, o qual ostentava uma inscrição intrigante: “Oferecido por Crono, rei da Atlântida”.</p>



<p>Cumprindo com o seu juramento lançou-se ao mundo na busca de novas provas, pretendendo encontrar dois manuscritos que confirmariam os relatos de Platão. Um deles, conservado em Londres, de origem Maia; o outro, guardado num mosteiro tibetano, trata-se de um documento caldeu com mais de 4000 anos. Ambos provavam que haviam existido povos civilizados antes do dilúvio.</p>



<p>O conteúdo dos Pergaminhos pode ser lido na obra “A Doutrina Secreta de Anahuac” de Samael Aun Weor. O Primeiro deles é fruto das expedições de Le Plongeon (1825-1908), e está conservado no museu britânico. Lê-se em tal manuscrito:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“No ano 6 de Kan, o 11 Muluc, no mês Zrc, ocorreram terríveis terremotos que continuaram sem interrupção até o 13 Chuen. O país das colinas de barro, da Terra de Mu, foi sacrificado. Depois de dois tremores, desapareceu durante a noite, sendo constantemente estremecido pelos fogos subterrâneos, que fizeram com que a terra se afundasse e reaparecesse várias vezes e em diversos lugares, por fim a superfície cedeu, e dez países se separaram e desapareceram. Afundaram 64 milhões de habitantes, 8.000 anos antes de se escrever este livro”.</p>
</blockquote>



<p>O seguinte, o Tibetano, se encontra no antigo templo de Lhasa e diz:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Quando a Estrela Bal caiu no lugar onde agora só há mar e céu (o Oceano Atlântico), as Sete cidades com suas portas de ouro e Templos Transparentes tremeram e estremeceram como as folhas de uma árvore movidas pela tormenta.<br>E eis que uma onda de fogo e de fumaça se elevou dos palácios; os gritos de agonia da multidão encheram o ar. Buscaram refúgio em seus templos e cidadelas e o Sábio Mu, o sacerdote de Ra-Mu, apresentou-se e disse: “Não vos predisse tudo isto?”. E os homens e mulheres, cobertos de pedras preciosas e brilhantes vestiduras, clamaram: “Mu salva-nos!”, e Mu replicou: “Morrereis com vossos escravos e vossas riquezas e de vossas cinzas surgirão novas nações.<br>E se eles se esquecerem de que devem ser superiores não pelo que adquirem, mas pelo que dão, a mesma sorte lhes caberá. As chamas e a fumaça afogaram as palavras de Mu, e a terra se fez em pedaços e submergiu com seus habitantes nas profundidades em alguns meses”.</p>
</blockquote>



<p>Não tardará o dia em que definitivamente toda a humanidade se curvará frente à realidade da raça Atlante. Lobsang Rampa, insigine monge Tibetano, relata em seu livro “A caverna dos Antigos” três regiões do planeta onde estão custodiadas pela Natureza inóspita a grandiosidade tecnológica, cultural, histórica e sobretudo antropológica Atlante. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Diálogos de Platão</h2>



<p>Talvez fosse demasiado perigoso o conhecimento Atlante nas mãos desta humanidade tal como é. Todavia, o que realmente necessitamos saber sobre a Atlântida está contido nestes Pergaminhos caldeus e, em substância, na obra de Platão.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Quando a centelha divina começou a extinguir-se, frequentemente enfraquecida ante a matéria mortal, e a natureza humana tomou o lugar preponderante, então os habitantes da Atlântida, incapazes de arrostarem com o seu destino, comportaram-se indecorosamente e, para quem tinha olhos para ver, ficaram progressivamente privados do mais belo dos seus preciosos dons; porém, face àqueles que não tinham olhos para ver a felicidade autêntica, surgiam gloriosos e felizes no momento preciso em que a avareza e o poder iníquo os dominavam.”<br>“Sobrevieram então terremotos violentos e inundações; e num dia e numa noite de infortúnio apenas … a ilha da Atlântida desapareceu nas profundezas do oceano.”</p>
<cite>Extrato do Diálogos de Platão</cite></blockquote>



<p></p>
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		<title>Os Mistérios da Antiga China</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ageac_adm]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jun 2022 01:48:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Antigas Civilizações]]></category>
		<category><![CDATA[Antiga China]]></category>
		<category><![CDATA[Confucionismo]]></category>
		<category><![CDATA[Dragão Amarelo]]></category>
		<category><![CDATA[Ideograma]]></category>
		<category><![CDATA[Taoismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre os troncos culturais do mundo antigo, o Chinês chega aos dias atuais sustentado por raízes milenares de uma esplendorosa civilização. Dentre seus inumeráveis segredos que residem num conhecimento fundamentado na sabedoria dos Mestres da Humanidade, encontram-se a Caligrafia, suas realizações fantásticas no campo da estratégia bélica e organização política materializada na Muralha da China, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Entre os troncos culturais do mundo antigo, o Chinês chega aos dias atuais sustentado por raízes milenares de uma esplendorosa civilização. </p>



<p>Dentre seus inumeráveis segredos que residem num conhecimento fundamentado na sabedoria dos Mestres da Humanidade, encontram-se a Caligrafia, suas realizações fantásticas no campo da estratégia bélica e organização política materializada na Muralha da China, a maior construção feita pela mão do homem; suas descobertas como a pólvora e a seda encantando aos olhos e ao tato por sua particularidade tão superior a qualquer tecido conhecido. </p>



<p>Tratados de estratégia inigualados como os de Sun Tzu que até os dias atuais são estudados. Eles criaram a imprensa muito antes do ocidental Gutenberg “reinventa-la”. Criaram a bússola e também o papel. Isso sem falar nos seus valores sociais inquebrantáveis, sua rigorosa disciplina.</p>



<p>Esses são os pontos óbvios e que qualquer pesquisa poderia nos fornecer, porém, quais são realmente os mistérios desse povo chinês, onde se fundamenta sua famosa longevidade, cultura e prosperidade?</p>



<h2 class="wp-block-heading">Escrita Ideográfica ou Ideograma</h2>



<figure class="wp-block-image alignleft size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2022/06/image-1.png" alt="" class="wp-image-2983" width="285" height="266" srcset="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2022/06/image-1.png 570w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2022/06/image-1-300x280.png 300w" sizes="auto, (max-width: 285px) 100vw, 285px" /></figure>



<p>A linguagem chinesa, como forma de expressão, indica valores e uma particular maneira de se expressar: é ideográfica, ou seja, as palavras representam ideias. </p>



<p>Os valores intuitivos dos chineses estão expressos em toda a sua complexa cultura, a escrita ideográfica é portanto um exemplo, onde a pessoa não lê uma ideia pronta, mas um conceito, e esse conceito tem relação com o nível de compreensão de quem lê. Porém as interpretações e análises de sua escrita leva-os a profundas reflexões sobre a própria vida. </p>



<p>O ideograma “An” significa Paz, mas que interessante é analisar sua estrutura. Ele é dividido em dois radicais, a parte superior lembra-nos um telhado, representa “casa”, o radical inferior significa “mulher”; portanto, mulher em casa significa Paz. Pode parecer estranha a interpretação, mais além de uma visão<br>machista (mulher em casa) como poderia interpretar a sociedade atual percebemos um povo que reconhece o valor do feminino como base de todas as coisas, a sociedade chinesa é matriarcal por sua influência Taoísta. </p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é o Taoísmo?</h2>



<p>O Taoísmo é uma ciência esotérica, fundamentada nos ensinamentos dos Guias da Humanidade.</p>



<p>Ensinou o homem buscar o equilíbrio com a natureza e o equilíbrio interior através do autoconhecimento. </p>



<p>Lao Tse, o velho mestre, entregou à humanidade o Tao Te Ching, uma obra extraordinária que descreve a Autorrealização humana através do uso frequente e equilibrado das duas forças que atuam em nosso<br>mundo interior, Ying (feminino, suavidade, noite, lua) e Yang (masculino, dia, sol). </p>



<p>O Taoísmo é profundamente alquímico e dele deriva uma ciência que conduziu vários orientais à longevidade: o Qi-Gong (um complexo sistema de pranayamas-exercícios respiratórios). </p>



<p>Tendo impregnado a forma como os orientais se relacionam com a alimentação, com o próprio corpo e com a sua mente, os Taoístas foram mais além e estruturaram todas as suas práticas e conceitos dentro de um sistema religioso. Sim, o Taoísmo desenvolveu seus rituais, suas práticas, sua doutrina e seus ensinamentos.</p>



<p>Como está fundamentado no símbolo Taiji (Ying/Yiang) tendo seu significado literal como 太, Tai “o maior”, “o mais alto”, “supremo”, “absoluto”; e 極, Chi (ou Ji) significa, original e literalmente, a parte mais alta do telhado &#8211; “cumeeira”. </p>



<p>Portanto a cummeira suprema de todo o conhecimento, o topo da Árvore Sephirótica segundo os kabalistas é Kether ou a possibilidade última de união com o Absoluto (com a Divindade) e isso só é possível indo muito além da dualidade, expressa claramente nas cores branca e<br>negra do símbolo. </p>



<p>O Taoísmo supriu a necessidade de contemplação, de harmonia e de saúde que os chineses necessitavam, suavizando os ensinamentos extremamente práticos do Confucionismo, ensinamento magistral que floresceu de forma quase que subsequente ao Taoísmo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Confucionismo</h2>



<figure class="wp-block-image alignright size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="615" height="404" src="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2022/06/image.png" alt="" class="wp-image-2982" srcset="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2022/06/image.png 615w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2022/06/image-300x197.png 300w" sizes="auto, (max-width: 615px) 100vw, 615px" /></figure>



<p>O Confucionismo é o resultado dos escritos e ensinamentos de Confúcio (Kung Fu Si). O significado do nome desse sábio já é digno de uma reflexão, Kung Fu =maestria, Si = mestre, portanto, Kung Fu Si = mestre dos mestres. </p>



<p>Os ensinamentos abrangentes desse grande instrutor foi o mais amplo já disseminado entre os orientais, envolvendo aspectos de moral, ética, espiritualidade, gestão pública e muitos outros<br>aspectos. </p>



<p>Os livros escritos por seus discípulos foram amplamente estudados na China e até hoje influenciam grandemente o comportamento social dos chineses. Portanto esse homem superior, preconizado por Confúcio necessitava ter atingido a Maestria da Vida. </p>



<p>Confúcio pregava que cada um cumprisse com seu dever de forma correta. Também o condicionamento dos hábitos serviria para temperar a alma e evitar os excessos. Logo, a sua doutrina apregoava a criação de uma sociedade capaz, culturalmente instruída e disposta ao bem estar comum. </p>



<p>O homem para atingir esse ideal deveria ter os 5 atributos:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Ren= humanidade (altruísmo).</li><li>Li= cortesia ritual.</li><li>Zhi= conhecimento ou sabedoria (Gnosis).</li><li>Xin= integridade.</li><li>Zhing= fidelidade.</li><li>Yi= justiça, retidão, honradez.</li></ul>



<p>Para que o homem pudesse realizar em si esses atributos deveria portanto subjugar a sua natureza inferior, permitindo que florescesse a superior através de Zhi (Sabedoria do Ser), tornando-se dessa forma, um Mestre.</p>



<p>Vemos nessa época atual os chineses distantes de seus valores fundamentais. Agora muito hábeis em questões práticas como aspectos financeiros e suas relações comerciais, seus símbolos e mitos ainda encontram-se em profunda relação com a simbologia Arquetípica Iniciática. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Mistérios Serpentinos</h2>



<p>O Dragão (Long) tão cultuado na China é a verdadeira representação do homem Autorrealizado; eles afirmam que homens tornam-se Dragões, e isso ocorre quando esses homens conseguem “emplumar a serpente” (como nos ensina a sabedoria Maya). </p>



<p>A realização concreta do símbolo de Hermes Trismegisto, o três vezes grande Deus Íbis de Thot, indica que o praticante dedicado dessa Ciência Oculta deve conduzir as suas energias criadoras polarizadas no símbolo mágico das serpentes branca e negra, por determinadas “câmaras secretas” ao longo<br>de um tortuoso Caminho cheio de espantosos perigos. </p>



<p>Ao chegar no ápice desse trajeto, tendo conhecido as 33 câmaras ocultas, abrir-se-ão as asas ígneas, então esse homem transforma-se num Dragão de Sabedoria e deverá se sentar entre os imortais.</p>



<p>Os Dragões Chineses dividem-se em vários tipos: Hua-Long ou o Dragão Amarelo é considerado entre os Chineses o mais sábio e velho dos Dragões. Tendo sua Ordem e seus Discípulos, estudando e aplicando seus profundos ensinamentos. </p>



<p>Esse é um ensinamento cósmico presente em todas as grandes culturas serpentinas; vemos Quetzalcoatl como o Dragão dos astecas, a águia que devora a serpente convertendo estes dois seres em um só, a Estrela de Davi que une os dois triângulos, o dragão que morde a própria cauda e opera, num movimento circular e contínuo, todo o processo dinâmico e transformador da vida. </p>



<p>“Meu fim é meu começo”, diz o Dragão nesse ato mágico de devorar-se e cuspir-se, a representar a unidade indiferenciada da vida, e seu caráter divino implícito na perfeição do círculo, o Oroboro dos Alquimistas. </p>



<p>Este é o principal atributo do Homem, unir em um só corpo duas forças antagônicas, e harmonizá-las com o poder de sua Vontade. </p>



<p>Assim vemos que uma parte substancial dos ensinamentos ocultos chineses tem relação com a antiga ciência alquímica, como nos confirma o capítulo 63 do Hua Hu Ching. </p>



<p>Antigo tratado atribuído a ensinamentos ocultos de Lao Si; “Simplifica teu comportamento, fixa a energia sexual elevando-a, integra o Ying e o Yang no corpo, na mente e no espírito, pratica a reflexão antes da ação, faz com que a tua Consciência seja uma com a lei pura e descobrirás a verdade.” </p>



<p>Seus ensinamentos portanto não se restringiram aos aspectos alquímicos ou ligados à energia criadora, uma das grandes contribuições que os chineses concederam à humanidade foi o controle e o silêncio mental através do Cha’n.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="766" height="509" src="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2022/06/image-2.png" alt="" class="wp-image-2984" srcset="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2022/06/image-2.png 766w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2022/06/image-2-300x199.png 300w" sizes="auto, (max-width: 766px) 100vw, 766px" /></figure>



<p>O Budismo Cha’n originário da China deu todas as bases para que se desenvolvesse o Zen Budismo Japonês que estendeu suas influências a quase todos os ramos de desenvolvimento cultural no oriente: poesia, literatura, arranjos florais, arquitetura, resultando na futura perspectiva “minimalista”. </p>



<p>Dentre todas as práticas para silenciar a mente a principal desenvolvida por eles é a meditação com seus vigorosos Koans (pergunta sem resposta), o objetivo não é apenas controlar a mente, é subjugá-la completamente.</p>



<p>Através do calar a mente poderiam atingir níveis superiores de consciência que eles definiam como a iluminação. (Samadhi para os hindus e Satori para os adeptos do Zen/Cha’n).</p>



<p> Os discípulos diretos da linhagem espiritual de Sakyamuni sabiam que só poderiam expressar uma sabedoria superior através de uma mente passiva e quieta, por isso trabalharam duramente. </p>



<p>Essas técnicas foram se tornando abrangentes, e passaram à contemplação da natureza, onde o praticante retira o olhar racional e sente a paisagem.</p>



<p>Lamentavelmente, os próprios chineses nos dias atuais esqueceram os fundamentos tão profundos de toda a sua grandiosa cultura, e caíram rendidos de joelhos diante do materialismo.</p>



<p>A Gnosis vem portanto revalorizar toda essa sabedoria e convida às consciências de todos aqueles que buscam a autossuperação a verificar dentro desse ensinamento a Intuição de uma Linguagem de Ouro, a Harmonia do Tao, a Maestria da Vida através da Auto Gnosis, conhecer a Verdadeira Aniquilação Budhista! </p>



<p>Porque se no mundo físico não se encontra mais que um interesse genuíno pela espiritualidade e apenas pelos valores financeiros, internamente uma trilha ainda está aberta e aguardando aqueles que sentem vibrar sua alma quando ouvem falar da sabedoria do Velho e Antigo Dragão Amarelo.</p>
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		<title>O Enigma das Mitologias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ageac_adm]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Feb 2022 00:39:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Antigas Civilizações]]></category>
		<category><![CDATA[Mitologia]]></category>
		<category><![CDATA[antropologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“… Convém fazer uma plena diferenciação entre a Imaginação dirigida voluntariamente e o que é a Imaginação Mecânica. Inquestionavelmente, a Imaginação dirigida é a Imaginação Consciente; para o Sábio, imaginar é ver. Imaginação Consciente é o translúcido meio que reflete o firmamento, os Mistérios da Vida e da Morte, o Ser.” Samael Aun Weor Mitologia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image alignright is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://cdn.pixabay.com/photo/2021/03/24/21/43/venus-6121452_960_720.png" alt="Vênus, Deusa, Linha Arte, Beleza, Afrodite, Romano, Mitologia" width="346" height="540"/></figure>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-plain has-regular-font-size is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“… Convém fazer uma plena diferenciação entre a Imaginação dirigida voluntariamente e o que é a Imaginação Mecânica.</p><p>Inquestionavelmente, a Imaginação dirigida é a Imaginação Consciente; para o Sábio, imaginar é ver. Imaginação Consciente é o translúcido meio que reflete o firmamento, os Mistérios da Vida e da Morte, o Ser.”</p><cite>Samael Aun Weor</cite></blockquote>



<p>Mitologia é um tema que sempre suscitou discussão (mitologia e autoconhecimento). </p>



<p>Muitos estudos são realizados dentro e fora das academias, sendo abordada por perspectivas diversas: psicologia, antropologia, história, sociologia, literatura, religião, entre outros.</p>



<p>A mitologia não é somente uma enigmática manifestação que surpreende por sua riqueza de conteúdo ou beleza literária, conteúdo este que é identificado pela ciência de nosso tempo como ‘fantasia’, ‘fábula’, ‘história mentirosa’, ‘representação arquetípica’ (na psicologia), ‘interpretação primitiva da realidade’, etc.</p>



<p>Contudo, apesar de todas as abordagens de estudo, a mitologia permanece alheia a muitos conceitos intelectuais ou não, pois na tentativa de se chegar a uma elucidação sobre sua natureza, origem, significado ou verdadeira função nas civilizações que a criaram, cada perspectiva segue elaborando suas interpretações contraditórias, permanecendo ela um enigma de profundo sentido antropológico.</p>



<figure class="wp-block-image alignleft is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://cdn.pixabay.com/photo/2017/08/09/15/50/rome-2614952_960_720.jpg" alt="Roma, Helênica, Mitologia, Turquia, Têmpora" width="480" height="320"/></figure>



<p>A mitologia é um fenômeno que reflete profundamente a cultura da civilização da qual faz parte. </p>



<p>De fato, se estudarmos os mitos Gregos, Maias ou Indus, por exemplo, eles se revelam uma das fontes mais ricas pela qual chegamos a conhecer o universo dessas civilizações. </p>



<p>Os mitos encontram-se plasmados nas esculturas e obras de arte, templos sagrados, ritos, escrituras, religião de cada um desses povos. </p>



<p>Isto para ressaltarmos sua profunda importância cultural nas civilizações antigas, e sua permanência através dos tempos como fonte constante de referência e inspiração.</p>



<p>Porém, investigando a mitologia por um outro lado mais essencialmente profundo do que sua circunscrição cultural e histórica, ela se revela uma manifestação de amplitude muito mais abrangente.</p>



<p>É o que fica claramente demonstrado através da ciência comparada entre as mitologias de diferentes civilizações ou povos tanto no tempo quanto no espaço.</p>



<p>A manifestação universal das mitologias &#8211; sua presença em todas as culturas – e suas irrefutáveis semelhanças entre si, demonstram que a mitologia possui uma essencialidade além da cultura e do tempo, e tem como sua fonte de origem algum aspecto muito particular da natureza humana, uma linguagem especialmente contida na própria consciência.</p>



<figure class="wp-block-image alignright is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://cdn.pixabay.com/photo/2015/05/18/15/07/machu-pichu-772355_960_720.jpg" alt="Machu Pichu, Peru, Inca, Andes, Marco, Famoso, Turismo" width="480" height="360"/></figure>



<p>Apesar de algumas interpretações chegarem à conclusão de que a mitologia é uma linguagem direta da consciência humana (como a Psicologia Junguiana ou alguns estudiosos, como Joseph Campbell), elas não possuem as ‘chaves’ que possibilitam a interpretação total e verdadeira do significado contido em cada símbolo e em cada alegoria das mitologias.</p>



<p>As ‘chaves’ ou as respostas que podem revelar incontrovertidamente o enigma que subjaz as mitologias, podendo decifrá-las em sua totalidade, somente podem ser obtidas na <em>pureza</em> da Psicologia Revolucionária, que constitui o fundamento da <a href="https://ageacac.org.br/curso-de-gnosis/">Sabedoria Gnóstica</a> em todos os tempos, sendo a mitologia <em>uma das formas</em> pela qual essa sabedoria é e está decodificada.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="mitologia-expressao-dos-principios-universais">Mitologia: expressão dos Princípios Universais</h3>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-plain is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Os antropólogos gnósticos, em vez de rirem céticos -como os antropólogos profanos- ante as representações de Deuses e Deusas dos diversos panteões Asteca, Maia, Olmeca, Tolteca, Chibcha, Druida, Egípcio, Hindu, Caldeu, Fenício, Mesopotâmico, Persa, Romano, Tibetano, etc., etc., caímos prosternados aos pés dessas Divindades, porque nelas reconhecemos ao Elohim Criador do Universo.”</p><cite>Samael Aun Weor</cite></blockquote>



<figure class="wp-block-image alignleft is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://cdn.pixabay.com/photo/2017/11/25/18/46/radha-2977427_960_720.jpg" alt="Radha, Krishna, Amor Para Sempre, Índia, Hindu, Deus, Mitologia" width="473" height="540"/></figure>



<p>Para além das <em>formas religiosas </em>que estão de acordo com a época histórica, a cultura, a raça, etc., que se manifestam os <em>princípios universais e perenes do Ser</em>, existe um fundamento para ela, que ultrapassa e impede a compreensão meramente intelectual. </p>



<p>Este fundamento é a linguagem própria em que a consciência se expressa para aqueles que alcançam o <em>Despertar</em>. Esta linguagem da consciência desperta é essencialmente <em>simbólica</em>.</p>



<p>Os símbolos, de fato, não pertencem ao nível do intelecto meramente subjetivo, mas pertencem ao nível da Intuição, ou seja, ao campo da experiência direta e objetiva da realidade, do Ser. </p>



<p>A linguagem simbólica se dirige para a consciência e aí deve ser interpretado, traduzindo os Princípios que estão na base dos enigmas da existência e do Despertar do homem para esta realidade do Ser.</p>



<p>As mitologias são decodificações simbólicas dos Princípios Universais. Ou seja, cada mito é uma forma de expressão e um depósito plasmado de sabedoria esotérica. </p>



<p>Um Deus ou uma Deusa de uma mitologia pode significar a expressão de algum Princípio Universal, uma alegoria ou uma saga na qual participam alguns personagens mitológicos, por exemplo, uma viva representação de algum elemento contido no caminho do Despertar.</p>



<p>Por isso, despindo as formas de cada mito, encontramos uma estrutura subjacente, essencialmente idêntica em todas as diferentes mitologias, independentemente da cultura a qual pertença. </p>



<p>Porém, tal estrutura e seus símbolos e, no caso, do sentido de cada mito, somente podem ser revelados à luz da <em>Sabedoria Perene do</em> <em>Ser</em>, da sabedoria essencialmente <em>Gnóstica</em>, que possui seu fundamento na <em>Psicologia Revolucionária do Despertar da Consciência.</em></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="765" height="345" src="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2022/02/image.jpg" alt="Mitologia, Egito, Mistérios" class="wp-image-2788" srcset="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2022/02/image.jpg 765w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2022/02/image-300x135.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 765px) 100vw, 765px" /></figure>



<p>Por exemplo, em todas as mitologias existe o mito que personifica simbolicamente a natureza divina e a natureza egóica do homem. </p>



<p>Na cultura Grega, este princípio está decodificado no Mito de ‘Perseu e Medusa’, sendo Perseu o símbolo da nossa natureza Divina e a Medusa do nosso Eu-psicológico ou Ego. </p>



<p>Perseu, em dura batalha contra Medusa, consegue sua decapitação, simbolizando à luz da Psicologia Transcendental o caráter radical da aniquilação do Ego para conseguir o Despertar.</p>



<p>As <a href="https://ageacac.org.br/category/mitologia/">Mitologias</a>, portanto, são uma fonte especial de conhecimento perene que se orientam sempre para o Ser. Qualquer especulação intelectual sobre seu significado ou representação somente pode empobrecê-la e corrompê-la no seu sentido verdadeiro, que é profundamente sábio e essencialmente religioso.</p>



<p>Estudando profundamente os Mitos das diversas culturas que se desenvolveram pela história da humanidade, resgatamos a sabedoria da Gnosis presente desde sempre em todas as épocas e civilizações, assim como podemos extrair seus preciosos ensinamentos à cerca dos mistérios e enigmas que subjazem a existência humana.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img decoding="async" src="https://cdn.pixabay.com/photo/2020/03/08/15/25/cover-painting-4912734_960_720.jpg" alt="Pintura De Teto, Fresco, Pintura, Arte, Mitologia"/></figure>
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		<title>Os Mistérios dos Antigos Celtas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ageac_adm]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 May 2021 02:31:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Antigas Civilizações]]></category>
		<category><![CDATA[Mitologia]]></category>
		<category><![CDATA[Antigos Celtas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Solar]]></category>
		<category><![CDATA[Divindades Celtas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Celta é a designação dada a um conjunto de povos que se desenvolveu na Europa Ocidental em períodos que antecederam a Era de Áries, Era que emergiu os Grandes Impérios conquistadores, iniciada com a formação do Império Persa, sucedido pelo Macedônico e posteriormente pelo Império Romano. São Celtas povos tais como os Gauleses, Bretões, Batavos [&#8230;]</p>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2021/05/celtic-1769562_1280-780x1024.png" alt="Mistérios Celtas" class="wp-image-1579" width="390" height="512" srcset="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2021/05/celtic-1769562_1280-780x1024.png 780w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2021/05/celtic-1769562_1280-229x300.png 229w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2021/05/celtic-1769562_1280-768x1008.png 768w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2021/05/celtic-1769562_1280.png 975w" sizes="auto, (max-width: 390px) 100vw, 390px" /></figure></div>



<p class="has-drop-cap">Celta é a designação dada a um conjunto de povos que se desenvolveu na Europa Ocidental em períodos que antecederam a Era de Áries, Era que emergiu os Grandes Impérios conquistadores, iniciada com a formação do Império Persa, sucedido pelo Macedônico e posteriormente pelo Império Romano.</p>



<p>São Celtas povos tais como os Gauleses, Bretões, Batavos entre outros. A estes é atribuído o início da forja dos metais na Europa, as lendas do Rei Artur, de Avalon, origem dos mitos que posteriormente foram copilados pelos Irmãos Grimm, o cenário de Parsifal imortalizado pela obra de Richard Wagner, entre tantos outros mistérios que se ocultaram entre florestas e castelos.</p>



<p>Ainda que sejam possíveis as especulações a respeito da origem e cultura dos Celtas, muito se perdeu ao longo da história por meio da ação dos povos conquistadores e sobretudo por meio do profundo processo de consolidação do cristianismo que cobriu a totalidade da Europa Ocidental. No período da idade média, manter as antigas tradições, ritos e ritualísticas eram motivos mais que suficientes para condenar-se à própria morte frente o juízo inquisitor.</p>



<p>Já bem antes, como relata Júlio César em “De Bello Gallico”, os próprios druidas, representantes espirituais e conselheiros que em muito influenciavam a organização social Celta, se recusavam a manter registros escritos de sua sabedoria, fossem estes nas formas de mitos, ritualísticas ou códigos religiosos. Sem registros escritos, as formas celtas caíram no imaginário pernicioso de autores, como ocorreu no século XX, que deram origem às mais diferentes interpretações e modificações do que, pelo que indica os poucos resquícios que atravessaram os séculos, foi uma autêntica Cultura Solar.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Beltane e Samhain, marcos dos períodos de Luz e Trevas</strong></h3>



<p>O Festival de Beltane e o Festival de Samhain são as principais comemorações remanescentes da cultura Celta. O primeiro indica o início da Primavera e ascenso ao verão, enquanto o último indica o final do verão e ingresso no período de frio e trevas, quando os dias se tornam sucessivamente mais curtos. Em Samhain se encontram grande parte dos mais importantes mitos Celtas, nos quais se verificam as virtudes dos heróis nos períodos marcados pela escassez, privações, pestes, fome e, consequentemente, batalhas. Já em Beltane está o triunfo sobre as trevas, a festa deliciosa, a bem aventurança, a fartura, a beleza feminina e a beleza da Natureza.&nbsp;</p>



<p>O “Festival de Beltane” ainda nos dias atuais é celebrado, embora exista grande discrepância entre os ritos modernos e os antigos. Também conhecido como “Os Fogos de Belenus” ou a “Fogueira de Belenos&#8221;, trata-se de uma festa realizada ao redor de uma grande fogueira, onde o povo dança e entoa seus cânticos inundado de alegria e felicidade celebrando a morte do inverno e início do verão.</p>



<p>Belenus é o Deus Celta do Sol, da Luz, do Fogo e da Cura cujo nome significa “Fogo, Luz, Belo, Brilhante”. A festa celebra o amor entre o Deus Belenus e a Deusa Danann. Danann é a Mãe de todos os Deuses, Deusa da fertilidade, da abundância e da terra. Do amor entre Belenus e Danann emerge a fertilidade divina que dá origem a todas as coisas que existem.</p>



<p>Ocorre, também, neste ritual sagrado o Maypole ou Mastro de Fitas. O mastro representa o Falo Sagrado do Deus Belenus, onde são penduradas diversas fitas de cores diferentes. Cada cor representa um atributo da Divina Deusa Danann, que se entrelaçam no cerimonial formando o tear divino. Resquícios deste cerimonial se encontram nas festas juninas nas nações ocidentais do mundo moderno, assim como as comemorações do Halloween são resquícios de Samhain.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Danann, mistérios encerrados na Natureza e na Mulher</strong></h3>



<p>Em Danann se encontram as forças telúricas da Deusa Mãe. Assim, a Deusa Mãe, Danann, reúne em seu ventre todos os princípios divinos da Natureza, o que fazia a figura feminina na sociedade Celta, a mulher, soberana no manejo das forças da Natureza.</p>



<p>As forças da fertilidade e da alegria são os alicerces culturais dos Celtas, o que significa dizer que as bases filosóficas da Sociedade Celta se direcionam no sentido de ser felizes e alegres.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="426" height="640" src="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2021/05/celtic-cross-2541564_640.jpg" alt="Mistérios dos Antigos Celtas" class="wp-image-1581" srcset="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2021/05/celtic-cross-2541564_640.jpg 426w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2021/05/celtic-cross-2541564_640-200x300.jpg 200w" sizes="auto, (max-width: 426px) 100vw, 426px" /></figure></div>



<p>&nbsp;“ALEGRIA”, do latim <em>alacer, alacris,</em> rápido, vivaz, animado. Alegria se entende com o estado de ânimo que produz dinamismo, diligência e movimento impulsionados por um bem estar em si mesmo e direcionado para o bem estar dos demais.</p>



<p>“FELICIDADE”, do latim <em>felix, felicis</em>, tem sua raiz etimológica no significado das palavras <em>fértil</em> ou <em>fecundo</em>. Para os celtas as árvores e a própria terra necessitavam ser felizes, ou “Beneficiados pela Fecundidade”. Nas terras celtas era necessário que reinasse a felicidade para que existisse abundância e fertilidade.</p>



<p>Os Celtas encontravam na natureza a eterna mãe. Enchendo de vida todos os dias a todos os seus filhos, preenchendo-os com vitalidade, revitalizando seus corpos com seu sagrado hálito, e dessa forma alimentando-os e animando-os, dando-os seus frutos, através de suas criações, das árvores, das plantas; ofertando seu ventre para que se semeie em seu venerável útero gigantesco; permitindo sentir a alegria de Belenus, astro-rei, em cada amanhecer e a paz e a mística em cada noite que chega quando se apresenta a misteriosa rainha, a Lua.</p>



<p>As divindades femininas, portanto, eram relacionadas aos atributos próprios da Natureza, enquanto as virtudes eram atribuídas às divindades masculinas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Deuses e Deusas Celtas, forças além das formas</strong></h3>



<p>À beleza e perfume das flores, aos frutos, ao frescor do ar e demais atributos da Natureza eram associados às Divindades Femininas, particularmente os rios tais como o Rio Boyne, em Leinster &#8211; Irlanda, cuja Deusa é Boann. Uma curiosa particularidade dentre a sabedoria celta é que as divindades não possuem formas ou representações humanas. São forças existentes na Natureza e não estão presas dentro da forma ou figura. Somente séculos após a consolidação do Cristianismo as antigas lendas e tradições celtas foram escritas e, por influência cultural, foram atribuídas imagens a algumas divindades. Assim, os trovões e relâmpagos eram os próprios deuses manifestados, sem a necessidade de aparições ou visões de formas humanas para confirmar a presença divina.</p>



<p>Quanto aos Deuses Masculinos, estes se manifestavam por meio das virtudes humanas. De igual maneira, não possuíam imagens humanas, a presença divina masculina para os celtas é a própria manifestação da virtude. Inteligência, força, velocidade, habilidade são próprios das divindades masculinas. Assim, o lendário Lugh irlandês, fazia-se presente nas batalhas e caças, permitindo aos guerreiros ferir mortalmente seu alvo por meio de uma lança. Dagda, associado ao caldeirão, é possuidor de imenso poder, capaz de tirar a vida com uma bolha e com a mão devolvê-la.&nbsp;</p>



<p>“Virtude”, um atributo divino, tem com radical a partícula “vir”, o mesmo de “virilidade”. Não ignorava a sabedoria Celta a profunda relação que existe entre as forças fecundantes da natureza, o divinal e a genialidade humana!</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2021/05/stone-circle-363411_1280-1024x768.jpg" alt="Círculo de Pedras Mistérios dos Antigos Celta" class="wp-image-1583" width="768" height="576" srcset="https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2021/05/stone-circle-363411_1280-1024x768.jpg 1024w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2021/05/stone-circle-363411_1280-300x225.jpg 300w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2021/05/stone-circle-363411_1280-768x576.jpg 768w, https://ageacac.org.br/wp-content/uploads/2021/05/stone-circle-363411_1280.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure></div>



<p></p>
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